corpo ausente

absent body foi o nome que rascunhei para dar à sala da Rebecca Horn na Tate ontem depois de almoço. as máscaras de penas, tubos endovenosos e próteses de tecido faziam supor um corpo que, efectivamente, não estava ali. o corpo do meu diário também não está aqui. foi dinamitado pelo tempo, sobrevivendo-lhe apenas os amontoados linguísticos que achei de valor. mas o valor é circunstancial e, hoje, fazer sobrepõe-se. write, write, write, rite, rite, rite, right, right, right, riot, riot, riot.

 

Londres, 3 dezembro 2015

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